PERDIDA NA FLORESTA

"Dizem que o sangue chama. Ele percorre todo meu corpo no ritmo na batida do meu coração. São compassos que mudam a depender do que vejo. Compartilho o sangue com o que incessantemente deseja brotar de mim. Qual sangue está chamando-o agora?"
Depois do encontro desastrado com a Ellora, Luca foi para a igreja na esperança de encontrar o grão-mestre por lá, sabia que seria difícil, pois ele é um homem, muito atarefado no reino, mas também aproveitou a oportunidade para agradecer a Deus no local mais a apropriado e prestar um culto sincero para dádiva de sair vivo da investida que sofrera no mar. Ao chegar, como esperado, o local estava vazio, mas era de seu conhecimento que seria melhor assim, voltara dos mortos e saberia que seria necessário força espiritual para retomar suas atividades. Depois de terminar suas preces teve uma ideia inesperada de voltar por onde veio e ir pela floresta, tinha visto por onde aquela mulher tinha seguido e o que ela havia lhe dito mexera muito com a sua cabeça.

Ellora estava transtornada. A última pessoa que esperava encontrar nesse momento às vésperas da criança nascer era Luca. No entanto, o caminho que tomou, a essa altura do tempo, já era sem retorno. Tinha que prosseguir até o fim. Ellora andava sem pensar muito bem e dava as passadas levada pelo impulso. Demora um pouco para voltar à razão e perceber que se distanciara tanto que se perdera de sua pupila. Em verdade, Estava tão transtornada que não reconhece parte das árvores que estão ao seu redor *Em vias de dar a luz, sozinha e perdida. Por quê, monge, por quê?* De repente, uma urgência grande de urinar. Ellora sabia que quando mais perto do fim da gestação, mais vontade de urinar se tem. Ms não esperava que fosse assim. Sem pensar, retira o cinto que amarra sua saia, assim como a própria saia, se abaixa no meio do mato e solta um gemido de alívio, enquanto o líquido quente sai como um jato a caminho da terra. Tudo que Ellora pensa é como aquilo é bom.


  Star of Honor v1.0: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor v1.0: Luca lançou os dados e tirou 11 + 0 = 11

Luca Entra pela floresta e caminha tentando adivinhar por onde elas passaram, olhando para todos os lados na esperança e com o receio de encontrar alguém e que houvesse que dar tantas explicações que pudesse se perder entre uma e outra, mas segue no intento de encontrar Ellora. Ouve um gemido que vem do meio das árvores e tenta seguir na direção que acredita ter vindo aquele som. Se depara com uma cena um tanto inusitada, uma mulher no meio do mato, abaixada ...

Ellora olha pro céu. O dia está amanhecendo. Nunca sentira tanto prazer em urinar no mato. Parece que está piorando a vontade e o também o alívio de se sentir livre de tanto líquido. Ellora de levanta. Não a água ara se limpar por perto. Caminha até a árvore para vestir sua saia e seu cinto

Lemysia observo que cai a noite, e percebo que a grande sacerdotisa não está na tribo, fico preocupada com o seu estado resolvo sair para procurá-la, pego uma tocha acessa e sigo no meio da floresta


Luca Segura o riso ao ver a cena, claro que era Ellora, não poderia ser outra mulher a fazer isto no meio da floresta. E faz um som, limpando a garganta, para que ela saiba q ele está próximo e repara como teu corpo está mudado por causa da gravidez e estranhamente a acha mais linda que da última vez que os dois se encontraram, o que pra ela era ha muito tempo e pra ele parecia ontem.


 Pandora volta do córrego onde havia se dirigido para encher os recipientes com água fresca, ao voltar encontra apenas as poucas coisas que traziam na viagem as galinhas . *Mas para onde foi Ellora?* Pergunta a si mesma. Coloca os recipientes cheios com a água junto com as demais coisas e sobe em um pequeno tronco de árvore caída para ter uma melhor visão. Mesmo temendo atrair curiosidades indevidas grita - ELLORA! Apenas o eco de sua voz retorna. - Oh deusa, para que lado foi essa mulher? Pandora olha para cima esperando ver a coruja. Nada!

Ellora ia se abaixar para pegar a saia e escuta o pigarreado. levanta-se e olha na direção de onde vem o som. Só então nota o monge em sua frente. Permanece parada, pois nenhum homem a pegará nessa situação anteriormente. O rosto não demonstra constrangimento, mas, como estão sozinhos, a confusão que estava em sua cabeça continua


Lemysia: a noite vai ficando mas escura e o frio parece aumentar olho para os lados e nada vejo


 Luca Se aproxima da mulher, mesmo ela estando com jeito que esta e se abaixa para pegar a sua vestimenta no chão e a entrega. “Ao parece uma boa ideia ficar por aí com o corpo a mostra, alguém pode te ver assim.” e sorri apenas com os olhos, quer se manter sério por causa do seu último encontro. "Temos que conversar e isso não pode ser deixado pra outra hora, o tempo já passou demais para nós.

Ellora olha para o gesto do monge e se sente ofendida. Toma a saia de suas mãos, as coloca no braço e diz: " quem importa que me vejam assim? por a caso há algo para eu me envergonhar aqui? ou você se envergonhar? É sobre isso que se trata o assunto, monge?"

Luca Se assusta com o movimento da senhora da floresta e se mantêm firme em suas intenções. “não para se envergonhar, parece que não sabes onde vive. Temos que conversar sobre essa criança no teu ventre, que também é minha.” Por mais que queira mostrar dureza em suas palavras, sente teu coração mole na presença dela.

Ellora sorri para o monge e diz: “parece que quem não sabe aonde vive aqui é o senhor. Que tola acha que sou ou me tomas por uma mulher fraca que você encontra em qualquer parte destas terras. Dormir comigo uma noite não te dá o direito de sequer pensar em me dizer o que fazer.” Ellora olha pra ele firmemente. Sabe que daqui em diante haverá um embate constante com o monge. Respira profundamente, pedindo força à deusa. “A criança ficará comigo. Ela não precisa saber quem é o pai. Isso é tudo”


Luca “você acredita mesmo que eu não estarei presente na vida dessa criança, Ellora? você pode dizer o que quiser de mim, pensar qualquer absurdo, mas nunca quebraria meus votos com uma mulher que julgasse fraca, do que me serviria a condenação alma por uma pessoa sem valia? Ouvi e me deleitei em cada palavra tua, em cada ensinamento teu. não penses que sou um homem fraco na fé, mesmo que você acredite que meu Deus seja morto. Ele me livrou da morte e me trouxe, agora entendo porque. Tubarões, Ellora. Tenho marcas no meu corpo que essa túnica esconde perfeitamente para que eu possa parecer forte e inteiro. você não imagina pelos caminhos que minha alma tomou por este tempo, mas o primeiro impulso que tive foi de procurar a mulher que desejei fortemente estar perto a cada instante depois que a conheci. ” olha para ela e para sua barriga e continua. “eu fui abandonado pelos meus e eu jamais faria o mesmo com o que me pertence, não vou permitir, você querendo ou não, sendo quem é ou não!” Fala olhando para ela como nunca havia falado antes..



 Lemysia oi lembro sim, estou a procura da sacerdotisa já que é noite e ela não apareceu peguei uma tocha e sai pela floresta tentando achá-la mas não a encontrei estou preocupada ela com aquela barriga enorme, que a deusa a proteja

Ellora diz “você é quem não entende. Essa criança não é sua, nem minha. Ela foi gerada pela vontade da deusa. Ela pertence a ela. Está além de qualquer desejo seu de ser pai. Você não entende como é minha vida, meus preceitos.” Engole um pouco seco pensando nos tubarões “Eu te desejei também. Ardentemente. Talvez de uma forma que seja proibida para qualquer filha da deusa. E isso não pode voltar a acontecer”

Pandora Talvez agora faça sentido o que Ellora a falou quando do começo da viagem * Falar menos?* Sabe bem que esse encontro com a Baronesa não é um assunto a ser colocado a todos. - Essa sua tocha foi providencial menina. Ellora está comigo. Quer dizer, estava, mas por algum motivo saiu de perto e não a vejo. Precisarei de sua ajuda. Depois teremos de seguir para nosso caminho e você de volta a vila, compreende? Ao finalizar isso Pandora finalmente vê a coruja . Mas ela está sobrevoando em círculos, bem acima delas. - Vamos lá menina, diga onde está sua dona! Volta a olhar para a menina com a tocha!


Luca ouve as palavras de Ellora e não consegue entender como é possível isso.. “você não pode me tirar essa criança, ela é minha semente, também existe a minha fé nela. Como não poderei ser pai, Ellora?” uma fúria começa a tomar conta do seu coração, de um jeito como nunca havia sentido antes e se exalta.. “vocês são minhas!” e chora sem entender porque doía tanto ouvir que estava perto de perder não só uma, mas as duas de uma única vez... “você não pode fazer isso... ”

Pandora Pandora volta a olhar para os céus e fala para a menina - Vê aquela coruja a voar sobre nós? Elas nos indicará o caminho. Fique comigo. Olhe, viu ? Está seguindo naquela direção. Vá na frente com a tocha!

Ellora vê o homem chorando. fica surpresa. Não imaginava que nele houvessem emoções tão profundas. Em verdade, talvez a cabeça dele estivesse tão confusa quanto a dela. Ellora tem um momento de piedade, que quebra a imagem da Gran Sacerdotisa que estava tentando manter e se aproxima, tentando levar a mão à cabeça do monge


Lemysia diz “Sim estou vendo! Então vamos” - vai caminhando. Entro pela floresta e ouço umas vozes, olho para trás

 Pandora - Pela Grande Deusa, estava tão perto de nós!! Pandora observa mais uma vez Ellora junto ao homem que viram no começo da viagem. Ellora esta nua, suja de fluidos e virando-se para a ruiva celta pede que ela ajude a Gran Sacerdotisa enquanto dirige-se diretamente ao monte impacientemente - O que faz novamente em nosso caminho Monge? O que fez com ela??

Luca Seca as lágrimas no teu rosto da maneira mais disfarçada possível e olha para as mulheres que ali chegaram com ar de calma e diz: “Acalmem-se, estava apenas tentando ajudar a vossa senhora, a vi aqui no meio da floresta com essa barriga e não pude ignorar a necessidade dela. Apenas o acaso me trouxe aqui, senhora. ” e se afasta de Ellora ainda a olhando e sorrir para as outras..

Ellora olha o monge se afastar e faz uma cara triste. Ainda haviam coisas para serem ditas, principalmente que ele entendesse que não era uma escolha que dependia apenas dela. “O monge veio apenas verificar se havia uma mulher cristã perdida no meio da floresta. Não fiquem alarmadas, minhas filhas” -começa a se vestir. "É provável que nós encontremos esse homem algumas vezes, então não fiquem surpresas. Nem sempre entendemos os caminhos da deusa. " olha para o moce e abraça sua barriga de gestante


Lemysia diz: “grande sacerdotisa, a senhora está bem? Pego o capuz e entrego para sacerdotisa em seguida olho para o monge e falo fica longe dela e o ameaço com a tocha

Pandora apenas observa novamente o monge se afastar. Uma tristeza em forma de sensação invade seu peito. Apenas observar a ruiva celta a ajudar sua senhora e fala - Estava preocupada, Ellora, não a vi no lugar onde a deixei e a menina apareceu para me ajudar. Vamos montar acampamento aqui ou seguimos a viagem? Penso que apenas nós duas devamos seguir, ou tens outros planos?

Luca levanta as mãos em sinal de que está ali apenas para ajudar e não para entrar em luta física, ele não teria coragem de atacar mulheres aparentemente armadas com uma tocha e a visão de Ellora com os braços em volta da barriga o deixava distraído com todo o resto. “tome cuidado com isso, senhora, não é fácil manter essa barba assim.” e sorrir para parecer descontraído com tudo que estava acontecendo, apesar da conversa que acabara de ter. “Posso acompanhá-las ate onde for seguro para vocês, estou armado como podem vê e não seria prudente deixar mulheres, mesmo que sejam valentes,” olha para a ruiva e diz" andarem por aí a esta hora. " e volta a olhar para a senhora dos teus pensamentos e tormentos.


Ellora segura o braço de Lemysia “Se acalme minha filha. Escute minhas palavras. Esse homem não nos fará mal” -vira-se para Pandora: Por favor, eu me sinto um pouco cansada. Gostaria de uma pausa. Essa viagem nunca foi tão cansativa" Escuta a palavra do homem e pensa que será necessário mais gente para nos proteger. Sabe que ele é cristão e que as meninas desconfiarão, mas ainda deseja conversar com o monge: “Nós aceitaremos sua oferta. Por favor, ajude em nossa proteção até que cheguemos ao nosso destino. Infelizmente não vinhemos com guerreiros e essas terras podem ser traiçoeiras.”
 Lemysia pensa* o que sera que está acontecendo aqui, sinto uma energia diferente algo doce mas não consigo compreender “me desculpe senhora, mas sabe que eu morreria para protegê-la junto com o bebê.” vira para monge e diz: “Me desculpe milorde não tive a intenção de machucá-lo apenas protegendo minha senhora.”


Pandora ouve atentamente Ellora. Ela sabe que elas estavam longe de serem indefesas e seria prudente parecer como tal. A ajuda de um monge, mesmo que cristão é um disfarce necessário. Apenas sinaliza com uma cabeça que entendeu as ordens e dirige-se a ruiva - Menina, ajude-me a arrumar as folhagens para Ellora dormir confortavelmente. Olha mais uma vez para o monge que parece estar mais aliviado com a concordância de Ellora quanto ao pedido dele.

Ellora sorri calmamente, pensando na oportunidade de conversar com o monge. A cena dele chorando a deixou impressionada. Caminha para um local afastado da grama alta e se deita para poder descansar antes de seguir viagem para as terras da baronesa

Lemysia saio em busca das folhas

Luca vê a Gran Sacerdotisa se afastar e caminha para o lado oposto e diz “Fiquem com ela, eu tomarei conta da estrada ate chegar a hora de partir” e se posiciona próximo as árvores, se sentando no mato mais alto para que não o vejam quem caminhar por aquelas bandas



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