Resgate
"Amor de mãe é o que existe na inquietação e no sossego. Como se não existisse distância, só aconchego. Amparo sagrado que vem das vísceras. Acolhimento de quem compartilhou o mesmo sangue"
Flora ao trabalhar arduamente nos campos do reino de Avalon, e pensa
enquanto escuta o bebe chorar * Esse bebe só sabe chorar. Desde
que Élvia foi embora ele só sabe chorar e chorar. Eu não aguento
mais!!* - continua arando o solo pois já esta nascendo o dia. Então
o bebê, que faz pequenas pausas, retoma o choro. Flora respira fundo pedindo paciência para
o SENHOR DEUS, pois se ela pedir força é capaz de mata-lo.
Ainda em chuva,
Ellora finalmente chega nas terras do reino, comandada pela baronesa
Elvia. Seu vestido azul está sujo nas barras de lama, algumas folhas
que voaram com o vento estão presas em seu cabelo. O rosto está
molhado e os seios pesados. Ellora, mais do que nunca sabe que esse
tormento terá fim e outra rotina se iniciará em sua vida. Andando
apressadamente procura ao redor alguém que possa lhe indicar onde Élvia está.
Star of Honor v1.5:
===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor v1.5:
Ellora lançou os dados e tirou 9 + 6 = 15
Ainda trabalhando
nos campos a mesma sente a chuva molhar, porem não liga para isso,
pois em seus pensamentos a mesma acha que a chuva é uma benção da
parte de deus para a colheita. Então devido esta sozinha na fazendo
já por alguns dias a mesma procura adiantar o serviço arando a terra
mole e fácil de moderar em virtude da chuva que ainda caia, mas suave agora.
Aohd começa a soluçar por começar a ficar com sono.
Ellora observa ao
redor. É o campo. As plantações ainda irão ser retomadas, como
manda a roda do ano. Contudo, as folhas já deveriam estar nascendo e
a s plantes iniciando o seu plantio. O reino de Avalon aparentemente
está com a plantação atrasada e isso significará fome. Uma guerra
por comida talvez? Logo Ellora vê uma figura arando o campo. Ela se
aproxima de modo imponente: " Slania tei!" diz se dirigindo
a pessoa.
Assustada, Flora
olha para uma mulher negra que aparece no fundo dos campos, então
paro minha enxada e seguro com as duas mãos e pensa : *Espero que
não seja uma ma pessoa* - enquanto vê a moça se aproximando diz :
"O QUE FOI!! O QUE VOCÊ QUER??""
Aohd começa a se debater, olhando pros lados com os olhos mareados. Tudo que consegue versão as grades do berço que o mantém seguro e também o teto da casa, ainda que ele não identifique muitas coisas.
Ellora "Aonde
sua senhora está? pergunta em tom de severidade devido a resposta
despeitosa da mulher
Flora: "Quem é
você? " - olha de um jeito preconceituoso devido a cor da mulher e que flora nunca havia visto anteriormente. Só ouvira notícias de povos bárbaros vindos de longe com aquela mesma cor.
Aohd deseja que alguém dormir, mas não consegue fazer sozinho. Está nervoso e precisa que alguém o ajude a relaxar e o acalme. Ele chora algo, desejando a presença de alguém.
Ellora se sente
insultada e pergunta mais uma vez: "Aonde está a sua senhora."
diz em tom irritado já. Ela dá dois passos para a frente e encara a mulher demonstrado que não sairia dali até obter a resposta que deseja.
Star of Honor v1.5:
===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO CARISMA===
Star of Honor v1.5:
Ellora lançou os dados e tirou 20 + 7 = 27
Aohd começa a chorar mais alto. O choro é desesperador. Um chamado que pode ser escutado de longe.
Ellora fica
com os olhos embaraçados de emoção quando a mulher fala de bebê.
Não tinha notícia de Elvia a tempos, mas sabia que ela não
estivera grávida. Ellora respira para retomar o controle da situação
e diz de forma calma em um tom de voz profundo, como se encantasse a
mulher: "você não fará nada com esse machado. Você me
passará esse bebê". Só então a sacerdotisa escuta o choro do bebê e olha rapidamente para a casa que pode ser vista do local da plantação. Seu rosto é de angústia e, ao mesmo tempo, de felicidade, pois tem certeza que o choro que escuta vem de seu filho.
Star
of Honor v1.5: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO INTELIGENCIA===
Star of Honor v1.5:
Ellora lançou os dados e tirou 1 + 7 = 8
Aohd chora aos berros. Aluma baba sai de sua boca e os braços pequenos esperneiam no berço desejando a atenção necessária para poder se acalmar.
Star of Honor v1.6:
===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor v1.6:
Alanna lançou os dados e tirou 17 + 0 = 17
Flora Ainda com o
machado na mão a mesma observa pelo seu modo de se vestir e pelo
cumprimento sabe que não é uma pessoa do reino. Recorda-se do povo que vivia aqui antes, segundo os boatos. Celtas era como conhecia. Mas não sabia muito além do que rola a solto na boca das pessoas. Então vem em sua mente uma enxurrada de boatos *Sexo sem casamento, sacrifícios a vários deuses, caça aos cristãos* -
isso a deixa enojada. Quando ouve do bebe, outro pensamento corre por sua cabeça. Olha a cor da mulher e a cor da pele do bebê. Automaticamente e de modo pausado e pasmo, como se descobrisse a roda, diz: "O BEBÊ É SEU..." - rapidamente retorna a si corre para dentro da casa.
Ellora vê a mulher aparentemente surtar e ter um momento de epifania raro ao que ela tinha demonstrado até então. Ela corre na direção de onde vem o choro. A sacerdotisa corre rapidamente atrás, mesmo molhada e suja. A cesta com maçãs e camomila ficam no canteiro, pois já não há importância para ela. O coração da sacerdotisa fica acelerado, pensando no que a camponesa poderia fazer ao seu filho. Os passos dados na correria são como lanças que lamentam que seu corpo esteja cansado e seus seios doloridos a sacudir durante a corrida desesperada.
Flora, ainda
assustada, entra no quarto. Atravessa a sala rapidamente para o quarto da baronesa. Lá se encontra o suposto filho da mulher negra que ela acredita ser um celta. Flora pega o bebe no colo com raiva, não só pelo choro incessante, mas pela suspeita de seu sangue ser de uma mulher que não é cristã. Uma mulher postadora do mal. Ela o atira no colo da forasteira e, após a devolução começa a gritar pela casa : "SAAAAAAAAAAAAAAAAAAI
PAGÃ!!!!! MALDITA QUE VAI ARDER NO INFERNO! LEVE ESSE FILHO DE
DEMÔNIO DAQUI!!!! SAIAAAAAAAAAAA!!"" - Ameaça a atacá-los com qualquer coisa que tenha pela frente.
Ellora pega o menino
no colo. O reconhece de imediato e o acolhe com todo o cuidado, tentando compensar os maus tratos que a mulher acaba de fazer com a criança. Olha com seriedade, como se prometesse uma vingança pela situação que a mulher está fazendo passar tanto mãe quanto filhos. Seu instinto materno diz que é preciso se manter segura para que seu filho esteja seguro. Parte rapidamente dali, mas cospe no chão, amaldiçoando a mulher camponesa.
Aohd grita e chora assustado com a situação, sem saber o que está acontecendo. Ele se debate, baba, aperta e mordisca o vestido e seio de Ellora, mesmo que ainda não tenha nascido dente.
Flora, ainda
correndo atrás da paga com os pertences da baronesa que estão no quarto. Atira-os de modo histérico, mas não atinge a mulher. Grita aos plenos pulmões, enquanto a pagã corre com a criança pela chuva rala que insiste em cair: "MOOOOOOOOOORRA! MALDITA! QUE O DIABO QUE TE CARREGUE!" - Depois sente
um alivio profundo pelo menino ter saído da casa e observa a
mesma sumir no mata e volta para a fazenda.
Ellora corre rapidamente deixando os presentes para trás e amaldiçoando a mulher em sua mente. Só quando se sente segura pára e olha o menino que continua chorando. Ela o olha nos olhos. Só então percebe que os olhos da criança já abriram. Ela passa a mão no rosto da criança e fala com doçura: "Shiii, shi shi shiii" enquanto o nina com suavidade. Senta-se na relva, colocando o menino no colo. rapidamente desamarra o espartilho e coloca os seios para fora, colocando o bico do peito na boca do bebê. Este, sem delongas começa a mamar. A sensação que se passa na cabeça da sacerdotisa é a mesma de quando amamentara o menino pela primeira Vez. Ellora chora de alegria. Um choro com sorriso aberto, voz embargada e olhos que não conseguem parar de observar o corpo da criança: "Meu menino... meu menino...". O menino mama avidamente enquanto a sacerdotisa avalia o estado de seu corpo. O enrola no pano novamente e caminha pela floresta, cantando uma canção de ninar e apoiando a cabeça dele em seu seio esquerdo, para que ele possa ouvir seu coração e se acalmar.
Ellora corre rapidamente deixando os presentes para trás e amaldiçoando a mulher em sua mente. Só quando se sente segura pára e olha o menino que continua chorando. Ela o olha nos olhos. Só então percebe que os olhos da criança já abriram. Ela passa a mão no rosto da criança e fala com doçura: "Shiii, shi shi shiii" enquanto o nina com suavidade. Senta-se na relva, colocando o menino no colo. rapidamente desamarra o espartilho e coloca os seios para fora, colocando o bico do peito na boca do bebê. Este, sem delongas começa a mamar. A sensação que se passa na cabeça da sacerdotisa é a mesma de quando amamentara o menino pela primeira Vez. Ellora chora de alegria. Um choro com sorriso aberto, voz embargada e olhos que não conseguem parar de observar o corpo da criança: "Meu menino... meu menino...". O menino mama avidamente enquanto a sacerdotisa avalia o estado de seu corpo. O enrola no pano novamente e caminha pela floresta, cantando uma canção de ninar e apoiando a cabeça dele em seu seio esquerdo, para que ele possa ouvir seu coração e se acalmar.

Alanna acorda com seu pai no lado sentado, relaxada e revigorada a mesma acorda deu pai a ambos agradece a moça do estabelecimento e sai da santa casa com os caixotes na mão. Alanna sorridente olha para seu pai e empolgada diz : “ Vamos vender!! Estou tão empolgada pai, finalmente vou conhecer a cidade” – a mesma já escuta as vozes altas da feira e as pessoas, mais de perto, então continua andando a caminho da cidade junto com seu pai.
Ellora caminha feliz e emocionada, tentando esconder seu filho da chuva com o pano. Seu seio que estivera cheio transbordando leite agora cabe perfeitamente em sua boca infantil que está dando a devida finalidade ao alimento produzido por sua mãe. A chuva passou , mas não era prudente permanecer sozinha com uma criança do lado de fora da vila. Ellora caminha para a vila picto, começando a subir o morro perto da santa casa, prédio que ela desconhece a função
Agradecendo a deusa pela chuva ter passado, toda sorridente e feliz,
observa uma figura conhecida vira a esquina e subir o morro, e logo
em pesamento diz : * Não....isso não Deusa...não mereço isso * -
Seu semblante muda ficando com a cara amarrada por ver Ellora com a
prova viva de que estava com um bebe, a prova de sua traição, e o
que mais pesava era que a mesma tinha que voltar a aldeia com ela,
pois era ariscado de mais deixar a sua líder desprotegida, era falta
de amor. Então olhando para seu pai decepcionada, a mesma passa o
caixote para o mesmo. Que o ve descer sabendo de suas obrigações,
então a mesma se aproxima de Elorra, e diz : “Minha senhora, por
favor me deixa fazer companhia até a aldeia, sua vida é preciosa
para todos nó” - fala em um tom triste porem convicta de suas
responsabilidades.
Ellora: Star of
Honor v1.5: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor v1.5:
Ellora lançou os dados e tirou 10 + 6 = 16
Ellora nota o tom
de voz da criança à sua frente. Olha para o lado e nota o pai dela
com o caixote. Respira profundamente e diz: "O que você
aprendeu com Ostara, Allana? O que vocês aprenderam com Ostara?"
Flora Com os olhos
com lagrimas, diz : " Me deixe fazer a vontade da deusa, ela é
mais importante do que meus desejos" - Engole o choro, e fala
com firmeza - Vamos Senhora Ellora, vou na frente "
Ellora sorri
assentindo com a cabeça: "vamos. E por favor, não se comova
mais do que uma mãe que reencontra seu filho" diz olhando para
a criança com os olhos mareados. Fica feliz e segue na frente
lentamente, com cuidado e silêncio ninando sua criança.
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