Retorno e a Prisioneira
"É melhor uma coisa boa que é, que duas coisas boas que eram"
Danu Deitada no cais, acorda com o corpo todo dolorido pela posição.
Fazendo uma careta de dor, constatava que estava ficando velha…Seu
sono havia sido tumultuado. A imagem e palavras da sacerdotisa não
lhe saiam do pensamento" preciso de um dia para pensar".
Tinha saído em direção a aldeia tentando deixar que a Deusa
cuidasse do seu destino mas precisava tentar novamente voltar a
aldeia dos pictos e tentar passar pelas brumas , encontrando aquela
que selaria seu destino. Suspira enchendo o pulmão da brisa do mar.
Um bom caminho ainda me espera. Retorna a taberna e toma mais um copo
de água fresca e pega um pedaço de pão. Não sentia fome mas
precisava alimentar o corpo para a jornada,
Star of Honor v1.6: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO CARISMA===
Star of Honor v1.6: Luca lançou os dados e tirou 5 + 0 = 5
Ellora retorna
da colheita de ervas. Não escutou metade do que o monge disse.
Apenas se senta, entrega as ervas ao monge e pede, dessa vez com a
voz mais humilde, embora ainda esteja irritada: “Macere-as com um
pouco de água, por favor.” Ellora olha para a guerreira
aprisionada, pro seu filho e olha para a floresta, na direção aonde
a vila picto está. Sabe que precisa voltar. Já está há 3 dias
fora da vila. “Eu preciso que você a carregue por um certo tempo,
quando ela acordar, eu a levarei para a vila, monge. Assim você
poderá passar mais tempo com seu filho e comigo. Aceitas?”
Luca pega as
ervas ainda com o filho no colo. Olha para Ellora e respira fundo
pela teimosia. Dentro de sua bolsa havia uma jarra com água e ele
vai buscá-la. Esmaga as ervas com pouca água, como foi pedido e
entrega para Ellora e também a criança. Respira fundo e solta um
gemido com força que fizera para levantar a guerreira do chão
direto sobre teu ombro. Bufa um pouco com o peso do corpo “Não
esqueça a bolsa” geme ajeitando a mulher para não escorregar
“Preciso dela.”
Ellora pega o
unguento preparado pelo monge. Desfaz lentamente o curativo. Solta um
gemido de dor já que a ferida não fechou. O sangue cai novamente.
Ellora coloca o unguento na ferida e um pouco no pedaço de tecido
sujo de sangue. Ellora mais uma vez fecha a atadura sozinha. Tenta
apertar de modo que fique firme e confortável. Seu filho chama pela
mãe. Ellora olha o tanto de coisa que deverá carregar. Antes de
pegar o filho se concentrar e chama seu animal sagrado: “Arianrhod.
Venha até mim”
Star of Honor
v1.5: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO INTELIGENCIA===
Star of Honor
v1.5: Ellora lançou os dados e tirou 5 + 7 = 12
Luca começa a
se preparar para caminhar carregando a moça que agora nao parecia
mais tao pesada. Ouve a voz de teu filho, mas se mantém tranquilo,
pois a senhora do lago estava junto dele. “Quando foi que você
chegou as terras da baronesa?” pergunta para ela, agora que tudo
estava mais calmo.
Ellora está
concentrada olhando para os céus enquanto espera a coruja aparecer
atendendo ao seu chamado. escuta o pedido de Luca. O filho a chama.
Se agacha, pegando-o apenas com o braço direito: “Estou há três
dias em viagem. Por isso estou assim, tão cansada. Huuugh.” sente
o braço colorido dificultar o trabalho “Nosso filho chorava quando
cheguei. Mas me entregaram o menino assim que souberam quem sou” -
diz e escuta um piado ao longe.
Luca percebe o
incomodo da mulher. “Coloque algumas coisas dentro dessa bolsa e a
coloque nas minhas costas.” pede. “Como assim chorando? Souberam?
Mas ela não é do teu povo?” pergunta confuso com a história.
Ellora ignora o
monge por um momento e sorri. Sua fiel companheira vinha. Ellora
tenta estender o braço para recebê-la, mas não é possível. O
filho não permite também que Arianhod pouse no outro braço. Diz
para a coruja: “Avise a Morrighan que estou voltando”. Só então
vira-se pro monge com a criança no braço e diz: “Parece que está
sendo muito difícil hoje, monge cristão.” Ellora se abaixa,
coloca a criança no chão ao seu lado e se põe a arrumar a mochila
de Luca: “Nem todos são celtas lá. E eu não escondo quem sou.”
Danu O caminho
lhe parece mais difícil desta vez. Talvez seja minha ansiedade
pensa. Mas podia sentir no ar algo pesado, como se coisas que
desconhecesse estivessem acontecendo em algum lugar. Mantenha o foco,
pensava, acelerando o passo disposta a enfrentar a resposta que
fosse.
Luca vê a
coruja chegar e ir embora. Observa sempre os movimentos de Ellora.
“Era mesmo necessário que você buscasse nosso filho.” Espera
que ela o equipe com a bolsa. Se aproxima dela, tomando cuidado com a
criança que está no chão e se movimentando devagar por carregar o
corpo da mulher e tenta olhar para teu braço ferindo para vê como
estava o curativo que ela fizera. “Precisamos ir.”
Ellora levanta a
bolsa com dificuldade e abra a alça pedindo para ele passar o braço.
Ajeita a bolsa no ombro dele e diz murmurando: “Sim, eu sei. Eu
preciso voltar” Se agacha novamente e pega seu filho. Ellora
gostaria de ajudar mais e não depender de luca para isso, mas parece
que não será possível. O bebê dorme. Ellora olha pra Horácio que
permanece indiferente a tudo, mascando um pouco de relva. “Vamos,
monge. E no caminho, conte-me o que aconteceu. Conte-me sobre o seu
líder.”.
Danu Ouve um
barulho de água e segue em sua direção. Agacha-se na beira do rio
e enche as mãos com a água tomando com alegria e passando em sua
nuca. Precisava continuar a caminhar..
Luca passa os
braços com dificuldade pelas alças da bolsa, movimenta os ombros
para que tudo encontre o teu lugar. Olha para Ellora querendo avisar
que começará a caminhada e assim o faz. “Foi como esperado. Ele
esbravejou e disse que matará todos vocês. Mas não espero q ele
próprio faça isso.” caminha e olha para Ellora as vezes, mas se
mantêm olhando para o chão para não tropeçar com aquele corpo nos
ombros. " Então terei problemas com Morrighan." suspira
“Ele me mandou em uma nova missão..”
Ellora suspira e
caminha muito lentamente: “Mais uma tentativa de catequese?” Diz
isso enquanto pensa em uma solução para os problemas que não param
de surgir
Danu ouve umas
vozes e para sua surpresa vê a sacerdotisa com uma criança no colo.
Parece que a Deusa não havia lhe abandonado. Não se contem e grita
" Senhora, senhora "
Luca sorrir.
“Sempre é. Estamos aqui para isso. Servir os propósitos de Deus.”
fala ironicamente. Continua andando. “Como você encontrou essa
garota? Ela veio comigo e depois voltou para vila. Ela saiu de lá
com você?” Sente um coceira nas costas e começa a se mover
incomodado. “Coce minhas costas, por favor?” tenta alcançar com
a mão, mas não é possível. Ouve uma voz vindo de trás e por
reflexo sai da estrada levando o corpo da guerreira consigo.
Ellora vira-se
de costas e então encontra Danu. Uma de suas filhas que necessitava
de sua aprovação. “Slania tei! De onde vens, Danu?” Fica um
pouco tensa pensando na situação constrangedora que se encontra –
uma calta prisioneira, um braço cortado com curativo, um filho em
apenas um braço e o monge como cúmplice. Espera a resposta da
mulher para saber o que fazer
Danu Observa a
sacerdotisa cuja a aparência não era muito boa, Olha o homem, mais
afastado com a mulher em seus ombros. Parecia que haviam saído de
uma guerra. Responde devagar: “Senhora, estou indo na direção da
aldeia dos pictos para saber sua resposta, Não esperava encontrá-la
aqui.” tomando cuidado com as palavras " Mas talvez possa
ajudá-los com a criança e a mulher.."
Luca Espera fora
da estrada ainda carregando a guerreira. Sentia dor nas costas por
causa do grande peso que carregava. Mas esperava fundo para manter a
força. Tenta ouvir a conversa das mulheres e espera por algum sinal
de Ellora para saber se estava tudo bem. *ainda bem que tirei a
túnica.*
Star of Honor
v1.6: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor
v1.6: Luca lançou os dados e tirou 16 + 0 = 16
Ellora sabe que
Danu buscava aprovação e, diferente de Alanna, a criança era leal
a ela. Pelo menos enquanto o interesse for ter seus ensinamentos. “Vê
o homem? Carregue a bolsa dele. Pegue também o punhal que está em
posse dele. É dessa mulher que capturamos e que duelou comigo. Saiba
que ela é uma picto e receberá a devida punição.” fala em tom
de seriedade. “Caso ela acorde, faça-a dormir novamente. Ela só
deverá estar lúcida da prisão. Você também não deverá olhar o
que tem dentro da bolsa. Ela pertence a esse homem.” vira-se a Luca
e pede: “Por favor Luca, entregue o que eu apontei para ela. Assim
poderemos seguir viagem rapidamente”
Star of Honor
v1.5: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO CARISMA===
Star of Honor
v1.5: Ellora lançou os dados e tirou 8 + 7 = 15
Danu Aproxima-se
do homem esperando ele lhe estender a bolsa, determinada pela
sacerdotisa, evitando de olhar e com receio de que pensassem que era
curiosa. aguardava ainda o punhal . Instantaneamente passa a mão no
seu quadril, certificando-se de que tinha em seu poder seu saquinho
de ervas que a ajudariam a cumprir a ordem da sacerdotisa de manter a
mulher dormindo. muitas perguntas tinha mas acreditava que seria
melhor guardá-las ara si. Vira-se para o homem: “Posso?”
Indicando a bolsa e o punhal.
Morrighan
observa alguns aldeões a trabalharem na construção do pau de fitas
para o festival de Beltane. Alegra-se com a habilidade de alguns
homens e mulheres que executam seu trabalho com grande maestria.
Algumas crianças estão a correr pelos campos, outras colhem flores
de diferentes cores e entregam às sacerdotisas que iniciam a
preparação de coroas com as mais belas flores. E a medida que
Morrighan vai caminhando pela aldeia, a sensação que tinha era de
momentos de muita harmonia. “Não imaginam a turbulência e
conflitos que estão por vir” pensa Morrighan enquanto caminha.
Luca Olha para a
moça desconfiado e permite que ela pegue o que foi pedido. Vira
primeiro de costas para ela, mostrando a bolsa e esperando q ela tome
para si. “O punhal deixe q eu mesmo entrego” Passa a mão por
baixo da roupa e o tira de seu cinto, entrega para a mulher
estendendo a mão direita com o objeto. Ainda de costas, ajeita mais
uma vez o corpo sobre o ombro e alonga o pescoço tenso pela situação
Ellora consegue
sorrir um pouco aliviada. e diz: “vamos. Já estamos na entrada da
floresta. Logo as brumas estarão aqui.” E diz seguindo na frente a
passos lentos, a uma distância que seja possível ouvir o que
conversam. Ellora está cansada e o corte ainda a incomoda. Afinal,
não cuidara da feria apropriadamente. O filho milagrosamente
continua descansando. De todo o caminho percorrido, a floresta é o
que menos incomoda a sacerdotisa. A passagem pelas folhas é
tranquila. Os caminhos são conhecidos. E o monge agora percorre o
mesmo caminho que ela. O caminho com menos perigos para acessar a
vila *é certo isso?* pensa. As brumas já deveriam ter chegado. Está
entranho, pensa. Então Ellora sente o corpo esquentar de modo úmido.
Seu filho acorda e começa a chorar. Só então a sacerdotisa percebe
que a criança liberá-la o líquido amarelo nela. *É muita
humilhação pra um dia só,* Pensa.
Star of Honor
v1.6: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor
v1.6: Danu lançou os dados e tirou 20 + 0 = 20
Danu Depois de
pegar a bolsa e o punhal tenta se lembrar do rosto do homem Já havia
o visto.... hum bingo... no dia em que foi falar com a sacerdotisa...
o homem da gaiola com vestes de monge... O que será que ele fazia
ali? Ouve o choro da criança e vira-se para a sacerdotisa. “parece
cansada Senhora, Talvez seja melhor parar um pouco e cuidar da
criança”
Star of Honor
v1.5: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO PERCEPÇÃO===
Star of Honor
v1.5: Morríghan lançou os dados e tirou 18 + 6 = 24
Em dado momento
Morrighan avista o animal de Ellora sobrevoando a aldeia. O animal
não alça voo, o que chama a atenção de Morrighan. Morrighan eleva
uma de suas mãos ao alto, mas o animal recusa a aproximação. Após
duas voltas rodopiando o lugar, o animal para em uma das árvores
enquanto Morrighan o segue a distância com os olhos. A ave fica
imóvel e Morrighan ouve a voz de Ellora projetada de forma serena e
longínqua: “Morrighan estou voltando”. Morrighan agora sabe que
sua irmã esta viva.
Luca segue logo
atrás de Ellora. O monge pensava em sua tarefa e sente esperto por
não usar no momento suas roupas usuais. Bufa por causa do peso da
guerreira. *Essas maçãs realmente te deixaram pesada, mocinha*
pensa o monge e rindo. SE lembra de Horácio e percebe que o animal
continua ao seu lado e fica feliz e aliviado, pois o bicho só o
deixava em momentos de muita aflição. Agora tinha se tornado um
medidor de encrencas.
Ellora vira-se
para sua caravana e diz: “preciso me limpar. Vejam, a partir daqui
as brumas começam.” Ellora vira para Luca e diz com calma e até
um pouco de ternura e humildade na voz - “Obrigada pela ajuda.
Coloque a mulher aí. Nós seguiremos viagem sem você.” Olhando
para Danu complementa: “Eu cuidarei da criança no rio, adentrarei
as brumas e depois retornarei. Tome conta dela. Não deixe que fuja.
Eu serei breve.” Sorri para ambos e demora um pouco mais olhando
para o cristão. Então adentra nas brumas com o vestido já marcado
pela grande mancha de urina.
Star of Honor
v1.5: ===ROLAGEM DE DADOS ATRIBUTO CARISMA===
Star of Honor
v1.5: Ellora lançou os dados e tirou 11 + 7 = 18
Danu Não se
sentia a vontade com o homem principalmente diante do fato de saber
que era um monge. Tenta descontrair ironicamente: “Deus deveria dar
fardos leves para você carregar” Olha a mulher se mexer e pega uma
erva na bolsa colocando na sua boca. *Isso irá aquietá-la* pensa.
Luca vê Ellora
partir com seu filho e se entristece. Respira fundo e coloca a mulher
no chão de maneira confortável. Ouve as palavras da mulher e se
vira para a ela estranhando sua referência a Deus e já desconfiado
diz: “Ela está amarrada com um cinto, não deve representar perigo
por hora.” Estende a mão pedindo sua bolsa para que pudesse seguir
viagem. “Deus manda que carreguemos nossa cruz e se essa é a
minha, então seja feita a sua vontade” responde secamente.
Danu Tira a
bolsa das costas entregando ao homem. Monges eram e seriam sempre
pessoas que não gostava, Parecia que a antipatia era mútua. Olha
para ele e fala: Se ele acha que essa é a sua cruz, carregue-a e
tenha uma boa viagem"
Luca pega a
bolsa da mão da mulher e a coloca nas costas. Olha firmemente para
ela e depois de respirar fundo, diz: “A paz de Deus.” e segue o
caminho oposto.
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